O amor pode ser muitas coisas: bom, bonito, doloroso, sufocante. A verdade é que nossas vidas dependem dele, e muitas vezes parece que nosso planeta pararia de girar sem ele.

Ao longo de nossa existência, tendemos a desmistificar esse sentimento precioso: aprendemos sobre os processos biológicos que causam reações específicas, sobre as influências culturais que mudam nossos pensamentos amorosos, sobre os processos psicológicos e fisiológicos que nos fazem apaixonar por alguém.

1 - Relações monogâmicas existem em todo o reino animal

A monogamia não é tão popular, mas de fato existe em diferentes espécies animais, não só entre os seres humanos. Lobos, cisnes, gibões, urubus, albatrozes e até cupins são alguns exemplos de animais que procuram um companheiro para a vida toda.

2 - Leva apenas 4 minutos para você decidir se gosta de alguém ou não

Se você quiser fazer uma boa impressão em alguém, você só tem cerca de 4 minutos para alcançar seu objetivo. Essa impressão provavelmente tem muito mais a ver com a sua linguagem corporal, tom e velocidade de voz ao invés de com o que você diz, exatamente.

3 - Olhar nos olhos de alguém pode fazer ambos se apaixonarem

Não é surpresa que simplesmente olhar nos olhos de alguém pode nos fazer nos apaixonar, mesmo que não sabemos nada sobre o outro. Quando alguém está olhando para você, o corpo da pessoa produz uma substância química chamada feniletilamina, associada com a resposta de luta ou fuga no nosso organismo. Então, se você decidir continuar olhando para o outro (enfrentar ao invés de fugir), você está pedindo pela flechada do Cupido.

4 - Pensar em amor e sexo influencia a criatividade e o pensamento concreto, respectivamente

Pesquisas descobriram que lembrar de amor influencia pensamento mais abstrato e criativo, porque está associado a considerações mais distantes e contemplativas – relacionamentos de longo prazo, dedicação, compromisso, intimidade. Lembretes de sexo desencadeiam pensamento concreto e fazem uma pessoa se concentrar mais em detalhes momentâneos do que planos ou metas de longo prazo.

5 - Se apaixonar tem efeitos neurológicos semelhantes aos da cocaína

Apaixonar-se é muito parecido com se drogar com uma dose de cocaína, já que ambas as experiências afetam o cérebro de forma semelhante e provocam a mesma sensação de euforia. Estudos constataram que amar produz várias substâncias químicas indutoras de euforia, que estimulam 12 áreas do cérebro ao mesmo tempo.

Adaptado de HipeScience

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