Esqueça Titanic e Avatar. Estamos falando dos longas que custaram pouco e retornaram o investimento várias vezes nas bilheterias. Hollywood adora uma máquina de fazer dinheiro!

1 - Atividade Paranormal

ANO 2007
ORÇAMENTO US$ 15 mil
BILHETERIA US$ 197 milhões
RENDIMENTO 1.313.300%

Barulhos inexplicáveis em sua casa em San Diego inspiraram Oren Peli (na época, um programador de videogame) a rodar este terror sobre um jovem casal assombrado por um espírito maligno. O cara investiu US$ 11 mil do próprio bolso e fez tudo de maneira caseira. Foram apenas sete dias 
de filmagem, sem roteiro, em sua própria casa. Os protagonistas receberam, cada um, míseros US$
500 (para a sorte deles, o contrato também previa uma participação nos lucros). Depois que o filme foi comprado por um distribuidor, Peli recebeu US$ 4 mil extras para rodar um final mais impactante – uma sugestão de um dos primeiros fãs da película... Steven Spielberg!

2 - A Bruxa de Blair

ANO 1999
ORÇAMENTO US$ 60 mil
BILHETERIA US$ 248 milhões
RENDIMENTO 413.300%

A história dos três cinegrafistas amadores que teriam se perdido em uma floresta enquanto gravavam uma reportagem sobre uma suposta bruxa local lançou o subgênero “terror com documentário fake” – que continua rendendo até hoje, com Apollo 18, O Último Exorcismo e Atividade Paranormal. É uma boa sacada: os próprios atores filmam tudo, economizando o salário dos técnicos.

3 - Tarnation

ANO 2003
ORÇAMENTO US$ 218
BILHETERIA US$ 590 mil
RENDIMENTO 270.600%

Um longa que custou menos que uma câmera de vídeo? É fácil explicar: para criar este documentário sobre sua infância e adolescência ao lado de uma mãe esquizofrênica, o diretor Jonathan Caouette usou só material que já tinha em casa:
filmes domésticos, depoimentos gravados de modo amador, fotos, recados em secretárias eletrônicas... A história, poderosa, rendeu bem nos circuitos de arte.

4 - O Massacre da Serra Elétrica


ANO 1974
ORÇAMENTO US$ 83 mil
BILHETERIA US$ 30,8 milhões
RENDIMENTO 37.108%

O filme que lançou o gênero “slasher” (aquele com um assassino louco que sai matando os personagens) também foi um fenômeno na época. Foi considerado tão violento que o baniram em países como a Inglaterra e a Austrália. Para algumas das cenas, o diretor Tobe Hooper importou da Índia um esqueleto humano real – era mais barato que um modelo falso feito nos EUA.

5 - Mad Max

ANO 1979
ORÇAMENTO US$ 300 mil
BILHETERIA US$ 99 milhões
RENDIMENTO 33.000%

Esta ficção científica sobre um futuro apocalíptico com cheiro de asfalto 
e borracha queimada colocou Mel Gibson e o diretor George Miller (Happy Feet) no mapa. Miller fez um verdadeiro milagre da “multiplicação de carros”: vários veículos eram antigas viaturas de polícia australiana reaproveitadas. Outros foram repintados várias vezes para serem usados em cenas diferentes.

Adaptado de Mundo Estranho

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