Nos últimos anos, a ciência tem melhorado a olhos vistos, dando-nos resposta a muitos enigmas antigos. A nossa compreensão científica do corpo humano é certamente muito melhor do que costumava ser, e as pessoas estão a viver muito mais do que nunca.

No entanto, ainda não sabemos tudo sobre os nossos corpos, apesar do fato de que vivemos com os nossos corpos todos os dias. Ainda há mistérios para resolver e coisas novas para descobrir.

1 - Por que temos impressões digitais?

Alguns cientistas projetaram modelos de computador elaborados para determinar como as impressões digitais se formam, mas, apesar de se entender como crescem, não estamos realmente mais perto de compreender a razão evolucionária por a sua existência.

No entanto, os pesquisadores podem estar a ficar mais perto de um avanço. Uma desordem genética muito estranha chamado adermatoglifia, que afeta apenas algumas famílias em todo o mundo, faz com que os portadores não tenham impressões digitais.

Além do efeito colateral incomum de suarem um pouco menos, essas pessoas parecem não ser nem mais nem menos saudáveis ​​do que as restantes pessoas. Os pesquisadores estão esperançosos de que, estudando essas famílias e os seus genes, possam ser capazes de resolver o mistério evolutivo das impressões digitais.

2 - Porque há diferentes tipos de sangue?

No entanto, apesar de sabermos como funcionam os tipos de sangue, realmente não sabemos a razão da existência de diferentes tipos. Estes antigénios são os sinais para anticorpos que destroem as células estranhas no corpo.

O melhor palpite é que poderá ter alguma coisa a ver com doenças, como sugerem pesquisas interessantes. Os cientistas descobriram, por exemplo, que as pessoas com sangue tipo B podem ser mais propensas a ser incomodado por E. coli.

Embora seja difícil ter certeza do motivo da existência de diversos tipos de sangue, talvez os distintos grupos sanguíneos tenham evoluído como uma forma de combater doenças infecciosas que afetam determinados tipos mais do que outros.

3 - Será que os humanos têm feromonas?

Enquanto muitos estudos têm mostrado que os seres humanos são afetados pelo cheiro, o assunto das feromonas é ligeiramente mais completo.

Os cientistas acreditaram durante um longo período de tempo que não temos um órgão vomeronasal, que é o órgão olfativo que os animais usam para detectar feromonas.

Nós temos um muito pequeno, mas não está claro se ele realmente funciona. A ciência tem mostrado que os seres humanos têm os seus próprios cheiros exclusivos que são provavelmente influenciados geneticamente, assim como as impressões digitais.

Por exemplo, os bebés muito jovens podem identificar as suas mães pelo cheiro, e a exposição regular ao cheiro um do outro pode sincronizar os ciclos menstruais num grupo de mulheres. Claramente, ainda há muito a aprender sobre a resposta olfativa humana.

4 - O que acontece quando alguém é atingido por um raio? 

Você pode acabar com danos cerebrais permanentes, horrivelmente queimado, ou até mesmo morto. No entanto, apesar do que parece ser uma lesão horrível, a maioria das vítimas sobrevive. Alguns até saem completamente ilesos e a ciência não tem ideia do porquê.

Numa tentativa de entender melhor, pesquisadores foram para a África do Sul, onde as trovoadas são mais comuns e perigosas. Eles descobriram que o raio tem a sua própria maneira de viajar através dos nossos corpos e acreditam que isso tem a ver com a incrível quantidade de energia que está a passar por nós num curto espaço de tempo.

5 - Que tipo de bactérias vivem nas nossas línguas?

A boca humana não parece ser um grande mistério. Nós sabemos o que os dentes são e como eles funcionam, entendemos as gengivas e temos um bom controle sobre o paladar. Parece, então, que a língua não tem muito a esconder, mas na verdade ela contém um tesouro de segredos.

Os médicos gostariam de ter nas suas mãos todas as bactérias existentes, para que pudessem compreendê-las, tanto quanto possível e salvar mais vidas, mas a maioria das bactérias encontradas na boca humana não crescem numa placa de Petri.

Isso fez com que a sua compreensão e classificação seja uma grande dor de cabeça. Esta falta de entendimento tem provado ser um grande obstáculo para o tratamento de doenças da gengiva, como a periodontite. Por enquanto, muitos dos microorganismos na nossa boca permanecem um mistério.

Adaptado de Listverse

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