A engenharia necessária para colocar três caras em um foguete e disparar para a Lua foi um passo tímido do impossível, mas a NASA conseguiu. Dois anos depois, os astronautas já brincavam de jogar golfe em solo lunar. Desde então, a tecnologia espacial se desenvolveu e hoje se planeja até uma colônia em Marte.

Além de tudo isso, os astronautas atuais contam com a Estação Espacial Internacional (EEI) para o apoio das missões e para experiências com pouca gravidade — lembrando que lá a gravidade não é zero, apenas o efeito, pois a Estação encontra-se num estado de “queda constante” ocasionado pela força centrípeta a que está sujeita.

Confira mais algumas curiosidades:

1 - A Estação é grande

É difícil mensurar em fotografias do espaço o tamanho de certos objetos ou corpos celestes. Para efeitos de comparação, por exemplo, se a Terra fosse do tamanho de uma bola de basquete, a Lua seria o tamanho de uma bola de tênis. A Estação Espacial Internacional tem cerca de 110 metros de comprimento, mais ou menos o tamanho do campo do estádio do Maracanã.

2 - Os seus computadores também são atacados por vírus

Não são apenas os computadores “terráqueos” que lidam com esse tipo de problema. Os computadores da Estação já foram infectados por vírus mais de uma vez. O primeiro relatado foi o famoso W32.Gammima.AG, que, segundo a Symantec, é um vírus que se espalhou, copiando-se para mídias removíveis. Ele também rouba senhas de vários jogos on-line.

3 - Mas agora rodam Linux

No ano passado, a EEI abandonou o Windows e o Scientific Linux em favor do Linux Debian 6 para sua rede de computadores portáteis. Keith Chuvala, que administra Operações Espaciais de Computadores para a NASA, declarou na época: "Nós migramos as principais funções do Windows para o Linux porque precisávamos de um sistema operacional que fosse estável e mais seguro. Então, se for necessário corrigir, ajustar ou adaptar, nós podemos".  Para garantir a estabilidade, eles planejam executar uma versão sempre anterior da mais recente do sistema operacional.

4 - Os astronautas de lá contribuem, e muito, para a ciência

A EEI é um laboratório de pesquisa em plena órbita. Os experimentos em andamento por lá incluem, entre muitos outros, a construção de robôs espaciais mais aperfeiçoados, estudar os efeitos do espaço no esperma, descobrir como os nossos ritmos circadianos são afetados pela ausência de um ciclo de 24 horas de luz e escuridão, testar a melhor forma de cultivar plantas em um ambiente de microgravidade e como construir uma internet espacial mais rápida. Bastante trabalho para os astronautas!

5 - A Estação não vai existir para sempre

Sim, é verdade, não está nos planos que a Estação fique lá em cima por muito mais tempo. Mas ainda não está totalmente certo de que ela será retirada de órbita em 2020, como foi planejado originalmente. Testes de engenharia sugerem que o módulo Zarya (o primeiro e mais antigo da estação) e o Unity node (o primeiro componente norte-americano) estarão bons por pelo menos até 2028, ou seja, a estação pode ser viável por mais tempo.

Adaptado de Megacurioso

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