Se você é bastante curioso sobre tudo o que acontece em seu corpo, vai adorar ler algumas das curiosidades que separamos neste artigo. Aqui, você vai descobrir o que faz com que seu nariz escorra no frio, além de entender o motivo de tantas dores no primeiro dia de academia. Preparado para a lista?

1 - É impossível fazer cócegas em si mesmo

Simplesmente não funciona. O seu cérebro antecipa as coisas, monitora seus movimentos e consegue diferenciar sensações esperadas de inesperadas. Isso faz com que o corpo descarte totalmente as sensações já aguardadas, enquanto presta mais atenção a situações inusitadas.

Então, basicamente, seu cérebro antecipa as sensações de toque feitas por você mesmo e, com isso, deixa de lado aquilo que considera não ser importante. Algo semelhante acontece enquanto você está digitando, por exemplo. Seus dedos estão trabalhando, mas é algo tão automático que você nem mesmo se lembra da sensação dos toques no teclado.

O oposto acontece quando outra pessoa toca em seu corpo: o cérebro volta toda a atenção para aquilo, já que você mesmo não consegue prever aqueles movimentos. Isso gera a sensação de estranhamento e, automaticamente, as cócegas.

2 - A causa das dores musculares depois de exercícios

Desde o começo do século 20, pesquisadores acreditam que a causa das dores musculares estava ligada ao ácido láctico despejado nos músculos durante os exercícios, mas pesquisas recentes demonstram que isso definitivamente não é a causa das dores — ao contrário, o ácido láctico pode até mesmo servir como combustível quando os níveis de oxigênio são diminuídos.

Estudos comprovam que as dores musculares tardias acontecem por microfraturas nas células musculares. Isso acontece quando você faz alguma atividade que seus músculos não fazem com frequência, de uma forma muito mais intensa do que aquilo que você está acostumado a fazer.

Isso explica o motivo de algumas dores aparecerem quando você faz algum tipo de exercício especifico, mas param quando você repete aquele mesmo movimento ou ação. Se você continuar fazendo o mesmo exercício de forma regular, seu corpo se adapta à atividade e as dores param.

3 - O intestino humano contém cerca de 100 trilhões de bactérias

Se você tem transtorno obsessivo-compulsivo com limpeza e sofre ao pensar em bactérias pelo seu corpo, é melhor parar a leitura por aqui. Pesquisas apontam que um intestino humano carrega cerca de 100 trilhões de bactérias, e pasme: esse número é 10 vezes superior à quantidade de células existentes em todo o seu corpo. Ou seja, a maior parte do que você carrega todos os dias por aí é formada por bactérias.

Em estudos recentes, um conjunto de pesquisadores de sete países se reuniu para analisar um intestino humano comum e descobriu ali mais de  mil espécies de bactérias e, dentro dessas espécies, encontraram mais de 3,3 milhões de genes distintos.

Mas não se desespere: essas bactérias não estão ali por acaso. Elas nos ajudam a digerir a comida, absorver vitaminas e ainda auxiliam a nos protegermos contra doenças e microrganismos patógenos.

4 - A língua não tem zonas diferentes para os sabores

Se você aprendeu isso na escola, já pode esquecer: sua língua não tem zonas distintas de sensibilidade. A confusão começou quando Edwin G. Boring, psicólogo de Harvard, traduziu um artigo do cientista alemão D. P. Hanig, o que tornou a teoria famosa.

Hanig afirmava que existiam quatro tipos de sabores básicos (atualmente, sabemos que existem cinco) que o corpo humano conseguia distinguir. Ele então fez um mapeamento de espaços na língua em que ele conseguia perceber melhor cada tipo de sabor.

No entanto, qualquer papila gustativa sem danos é capaz de perceber o gosto de qualquer um dos cinco sabores conhecidos atualmente; então, o “mapeamento” de zonas da língua depende, na verdade, da densidade e localização das papilas gustativas saudáveis na boca de um indivíduo – e isso muda de pessoa para pessoa e também pode variar conforme a idade.

5 - Por que seu nariz escorre no inverno

Em um dia normal, o nariz de uma pessoa produz pouco menos de um litro de muco (eca!), e grande parte disso passa pela sua garganta e é absorvida pelo seu corpo sem que você note. No entanto, quando você está respirando ar frio, a produção de fluido aumenta significativamente e o excesso disso sai pelo seu nariz.

O que acontece é que, com o frio, a quantidade de sangue responsável por aquecer o seu nariz aumenta como uma resposta ao clima frio e, com isso, algumas veias se dilatam, permitindo a passagem deste maior fluxo de sangue.

Isso ajuda a manter o nariz mais quente enquanto você respira, além de aquecer o próprio ar que entra por ele, antes que passe por todo o sistema respiratório. No entanto, é esse mesmo sangue que invade as glândulas responsáveis pela produção do muco, o que faz com que seu corpo trabalhe mais ainda para produzir fluidos.

Ao entrar em um ambiente quente, todo o processo se reverte: o sangue em seu nariz volta ao normal, a produção de fluidos também e você para de sentir o muco excessivo escorrendo de forma inconveniente na ponta do nariz.

Adaptado de Today I Found Out

1 comentários:

  1. muito boa a matéria
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